Portugal dá prioridade à Igualdade de Género nas políticas públicas pós-pandemia

Alertar para o impacto da Covid-19 na questão da igualdade de género é o objetivo da presidência portuguesa do Conselho da União Europa (UE), que vai decorrer até junho deste ano. Depois de serem revelados os dados do último ano que apontam para, por exemplo, uma taxa de desemprego de 59% entre as mulheres, esta temática vai assumir um papel central nas políticas públicas europeias de recuperação no período pós-pandémico.

 

Na reunião informal dos ministros do Emprego, Política Social, Saúde e Consumidores da União Europeia (EPSCO), no âmbito da Presidência Portuguesa, Mariana Vieira da Silva, ministra de Estado e da Presidência, sublinha que “as desigualdades estruturas de género foram exacerbadas durante a crise [pandémica] e precisam de uma atuação própria na área da promoção da partilha do trabalho doméstico, no combate à segregação, nomeadamente combatendo os estereótipos que deixam as mulheres de fora de algumas carreiras e percursos de qualificações e assegurando que o teletrabalho não se constitui como um adicional de desigualdade”.

 

Helena Dalli, Comissária para a Igualdade, defende que devem ser usados todos os recursos e apoios da UE na ajuda aos cidadãos afetados pela pandemia, em particular às mulheres, que devem ser trazidas para o mercado de trabalho neste tempo de recuperação.

 

Dentro de poucos dias, a comissária vai partilhar ainda um documento sobre a Transparência na Igualdade de Género, onde consta um programa de apoio à reivindicação dos direitos das mulheres.

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